A Secretaria de Estado da Saúde (SES) apresentou, na última terça-feira, 10, a experiência sergipana de monitoramento da qualidade da água e do ar em unidades públicas de saúde durante reunião da Câmara Técnica de Vigilância em Saúde Ambiental do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass).
Sistema abrange coletas periódicas e análise no Lacen
De acordo com o gerente de Vigilância em Saúde Ambiental da SES, Alexsandro Bueno, o programa foi estruturado para reforçar a segurança ambiental nos serviços de saúde e reduzir riscos a pacientes, trabalhadores e demais usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). O modelo inclui a realização regular de coletas padronizadas em diferentes pontos de consumo – como bebedouros, unidades de terapia intensiva, ambulatórios e setores de hemodiálise.
As amostras são encaminhadas ao Laboratório Central de Saúde Pública de Sergipe (Lacen), onde passam por análises físico-químicas e microbiológicas de acordo com a legislação nacional de potabilidade da água. Além disso, o projeto contempla a avaliação da qualidade do ar em ambientes climatizados dos hospitais, medida que busca evitar problemas relacionados à exposição a contaminantes ambientais.
Selo de sustentabilidade reconhece a iniciativa
Pelas ações voltadas à sustentabilidade e à saúde ambiental, a SES recebeu o certificado com o Selo Iniciativas Sustentáveis concedido pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE). Durante o encontro no Conass, também foram debatidos os desafios impostos pelas mudanças climáticas aos sistemas de saúde, tema que, segundo Bueno, vem ganhando espaço nas discussões de saúde pública e pode ser fortalecido a partir da troca de boas práticas entre os estados.
Fonte: Saúde/SE




