O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), exonerou nesta sexta-feira (23) o diretor-presidente do Fundo Único de Previdência Social do Estado do Rio de Janeiro (Rioprevidência), Deivis Marcon Antunes. A decisão foi publicada em edição extra do Diário Oficial do Estado.
A medida ocorreu dois dias depois de a Polícia Federal deflagrar, na quarta-feira, a Operação Barco de Papel, que apura nove transações financeiras do Rioprevidência avaliadas em aproximadamente R$ 970 milhões. Os valores teriam sido aplicados no Banco Master. Durante a operação, agentes cumpriram quatro mandados de busca e apreensão na sede da autarquia.
Além de Antunes, a investigação tem como alvos o diretor de investimentos Eucherio Lerner Rodrigues e o ex-gerente de investimentos Pedro Pinheiro Guerra Leal.
Em nota, o Palácio Guanabara informou que, em dezembro, instaurou procedimento interno na Controladoria-Geral do Estado para apurar os investimentos do fundo. O governo pontuou que a apuração busca identificar possíveis prejuízos aos cofres públicos e eventuais transgressões disciplinares de gestores da autarquia.
Com informações de Jovem Pan

Para entender como funcionam operações policiais de grande porte, consulte o material oficial disponível no site da Polícia Federal.
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Este conteúdo resume os principais desdobramentos da exoneração no Rioprevidência. Acompanhe nossas atualizações e fique por dentro das próximas etapas da investigação.
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