O banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, afirmou em depoimento à Polícia Federal que mantém relações pessoais com integrantes do Executivo, Legislativo e Judiciário, porém negou ter recorrido a qualquer influência política para facilitar operações da instituição financeira.
A declaração foi prestada em 30 de dezembro de 2025, durante uma acareação conduzida pela PF. O teor do encontro permaneceu sob sigilo até ser liberado recentemente.
No relato, Vorcaro reconheceu conhecer figuras dos três Poderes, mas ressaltou que esses vínculos não teriam sido utilizados em benefício próprio nem da empresa. O banqueiro também reiterou que todos os negócios do Banco Master seguem a legislação bancária brasileira.
Segundo o depoimento, a investigação apura possíveis irregularidades na atuação do banco em contratos firmados nos últimos anos. Até o momento, não houve apresentação de prova conclusiva que aponte o favorecimento de autoridades públicas.
A Polícia Federal ainda avalia os documentos reunidos para decidir sobre eventuais desdobramentos do caso.
O site oficial da Polícia Federal detalha os procedimentos padrões de acareação e explica que o instrumento é usado quando há divergência entre depoimentos de investigados ou testemunhas.
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Com informações de Claudio Dantas




