Em Araraquara, no interior paulista, uma confeiteira transformou a tradicional maçã do amor em um negócio lucrativo. Com versões coloridas e acabamento diferenciado, o produto rende cerca de R$ 10 mil por mês.
Início inesperado
A história teve início há quase dez anos. Prestes a se casar, a empreendedora buscava renda extra para bancar a festa e decidiu vender doces. Começou com suspiros, após encontrar uma receita na internet, e descobriu ali uma nova profissão.
Mesmo sem realizar o casamento, ela investiu R$ 10 mil em cursos e equipamentos para aprimorar a produção. A guinada veio quando se uniu a um grupo nacional de confeiteiras em busca de um caramelo que mantivesse brilho e consistência por mais de 24 horas.
Receita diferenciada e expansão nas redes
Após vários testes, alcançou a fórmula desejada e passou a oferecer maçãs personalizadas em qualquer cor solicitada pelo cliente. O resultado tornou seu nome sinônimo do doce em festas e eventos da cidade.
Para ampliar o público, a confeiteira utiliza redes sociais e parcerias com influenciadores locais. A estratégia rendeu também sucesso com o “morango do amor”, cujo vídeo ultrapassou meio milhão de curtidas.
Gestão e planos futuros
Além da produção artesanal, ela adota critérios rigorosos de precificação, considerando custos e insumos para garantir margem de lucro. O próximo objetivo é abrir um ateliê próprio, aumentar a capacidade de produção e oferecer cursos a mulheres que buscam independência financeira.
Segundo a empreendedora, a meta é manter o crescimento: “Parece que o que eu tenho ainda não é suficiente. Quero mais”, afirma.
Imagem: mês com receita especial de maçã do a via g1.globo.com
Informações sobre empreendedorismo podem ser encontradas no portal do Sebrae, que oferece orientações e cursos gratuitos para pequenos negócios.
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Resumo: A confeiteira de Araraquara aproveitou a popularidade da maçã do amor, aperfeiçoou a receita e consolidou um negócio que fatura R$ 10 mil mensais. Ela agora planeja abrir um ateliê e multiplicar a produção. Acompanhe outras reportagens e compartilhe esta história!
Com informações de g1.globo.com




