Teerã, Irã – Às 2h26 (horário de Brasília UTC-3), a capital iraniana enfrentou apagões depois de novos ataques aéreos que também atingiram Jerusalém e a Cisjordânia, numa escalada que culminou com a morte do comandante da Marinha da Guarda Revolucionária, Alireza Tangsiri.
- Em resumo: Bombardeios simultâneos, morte de oficial de elite e refinaria israelense novamente em chamas.
Refinaria em chamas e blackout acendem alerta energético
No norte de Israel, a refinaria de Haifa voltou a ser atingida. Apesar do fogo, o governo afirma que a produção segue estável, mas o barril tipo Brent já opera perto de US$ 110, impulsionando o temor de choque de oferta. Relatório legislativo recente compara o cenário ao embargo de 1973.
Em Teerã, os apagões reforçaram a percepção de vulnerabilidade das defesas iranianas, enquanto projéteis cruzavam o céu de Jerusalém e da Cisjordânia.
“As exigências americanas são excessivas e irrealistas”, declarou o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores iraniano, Esmail Baghaei.
Negociações travadas e ruas em ebulição
Apesar de Donald Trump sugerir avanços diplomáticos no fim de semana, Teerã negou qualquer conversa direta. Paralelamente, Israel ampliou a ocupação no sul do Líbano; o Ministério da Saúde libanês já contabiliza mais de 1,2 mil mortos, entre eles idosos e crianças.
Nos Estados Unidos, quase 1 milhão de manifestantes tomaram 3,1 mil cidades no domingo, no maior ato de rua em um único dia, exigindo o fim da guerra.
Crédito da imagem: Divulgação
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