A madrugada desta terça-feira (07) terminou com mais uma ação bem-sucedida do 13º Batalhão da Polícia Militar de Sergipe, responsável pelo patrulhamento na Zona Sul de Aracaju. Durante rondas rotineiras no bairro Coroa do Meio, a guarnição observou um homem que, ao notar a presença da viatura, demonstrou visível nervosismo. A atitude chamou a atenção dos policiais, que decidiram realizar a abordagem preventiva.
Segundo o relatório operacional, a revista pessoal confirmou a suspeita inicial. Dentro de uma pequena bolsa que o abordado carregava foram encontrados 24 papelotes de cocaína, acondicionados em embalagens plásticas do tipo zip lock, usualmente usadas para fracionamento e venda da droga. A pesagem feita pelos próprios militares somou cerca de 11 gramas do entorpecente, quantidade que, embora considerada pequena, é compatível com a prática de comércio em pontos de rua.
Na sequência, os policiais vistoriaram também o telefone celular que estava em posse do suspeito. A consulta ao sistema de rastreamento de bens roubados e furtados apontou restrição ativa para o aparelho, registrada anteriormente como ocorrência de roubo ou furto. De imediato, o equipamento foi apreendido para devolução ao legítimo proprietário após os trâmites legais.
Com base nos indícios de tráfico de drogas e na posse de material suspeito de ilícito, o homem recebeu voz de prisão e foi conduzido, juntamente com a droga e o celular, até a Central de Flagrantes, onde ficou à disposição da autoridade plantonista. Na delegacia, foram lavrados os autos pertinentes e iniciados os procedimentos que podem resultar na abertura de inquérito policial.
O comando do 13º BPM destacou que o patrulhamento ostensivo na Coroa do Meio faz parte de uma estratégia para inibir pontos de venda de drogas e recuperar bens subtraídos da população. A unidade reforçou, ainda, a importância de denúncias anônimas via telefone 190, que ajudam a direcionar o efetivo para locais de maior incidência criminal.
Apesar da ação ter resultado na prisão em flagrante, a investigação sobre a origem do entorpecente continuará a cargo da Polícia Civil, que busca identificar possíveis fornecedores ligados ao suspeito. Enquanto isso, o celular será encaminhado para perícia, passo necessário para confirmar a restrição e possibilitar sua restituição.
A operação reforça o compromisso das forças de segurança em agir rapidamente diante de comportamentos suspeitos. O 13º BPM mantém equipes em regime de plantão, sobretudo nas madrugadas, horário em que delitos desse tipo costumam ocorrer com maior frequência na capital.
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