A colheita de amora silvestre começou em Narandiba, no oeste de São Paulo, com expectativa de superar os resultados de 2024. Produtores da região acreditam que fatores como manejo adequado, adubação balanceada e clima favorável garantirão uma produção maior neste ano.
Colheita estratégica
No pomar de Maycon Oliveira, cerca de 70 pés de amora exigem paciência e técnica. Ele recolhe os frutos logo pela manhã, quando ainda estão rosados e firmes, antes que o calor os deixe mais moles. O método contribui para manter a qualidade até a comercialização.
Produção o ano todo com pico na primavera
Há dez anos dedicado às frutas silvestres, o agricultor Frederico Suzuki trocou a cultura da pinha pela amora devido à maior resistência ao calor. Segundo ele, a planta produz o ano inteiro, mas atinge o auge na primavera. Para 2025, a meta de Suzuki é colher aproximadamente 1.600 quilos.
Manejo e qualidade
O engenheiro agrônomo Gabriel Domingo destaca que podas regulares, adubação correta e análise de solo são determinantes para o bom desenvolvimento das amoras. Essas práticas devem resultar em frutos de melhor tamanho, cor e sabor.
Destino da produção
Após a colheita, as frutas passam por seleção manual e seguem para a Ceagesp, na capital paulista, principal mercado de distribuição da região.
Com perspectiva de safra recorde, os produtores de Narandiba reforçam o potencial da amora silvestre como alternativa rentável para pequenas propriedades.
Para conhecer técnicas de cultivo de amora recomendadas por pesquisadores, o leitor pode acessar publicação específica da Embrapa.
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Com informações de G1 – Nosso Campo




