
A Secretaria de Estado da Saúde (SES) realizou, na quarta-feira, 4, reunião estratégica para discutir o cenário epidemiológico e o planejamento de ações voltadas ao período de sazonalidade das doenças respiratórias. O encontro reuniu técnicos de áreas estratégicas da Rede Estadual de Saúde para garantir que a rede esteja preparada para atender as crianças com assistência qualificada, contribuindo para reduzir internações e óbitos.
Durante a reunião, houve debate sobre os principais vírus respiratórios em circulação, com atenção especial ao período que antecede a sazonalidade, quando ocorre aumento significativo de casos. O foco principal foi a população infantil, considerada mais vulnerável às complicações.
De acordo com a diretora operacional da SES, Jurema Viana, o objetivo foi discutir o planejamento e as estratégias voltadas ao período sazonal das doenças respiratórias. “Esse é um momento crítico, especialmente para as crianças, e a proposta é se antecipar à demanda. O intuito é garantir que, ao chegar o período sazonal, a Rede esteja preparada para atender todas as crianças, sem dificuldades no acompanhamento, evitando óbitos, ampliando a assistência e qualificando o cuidado”, destacou.
Foram apresentadas novas tecnologias e estratégias de prevenção, entre elas a vacinação de gestantes contra infecções respiratórias e a imunização sazonal de crianças prematuras. O diretor de Vigilância em Saúde da SES, Marco Aurélio Góes, ressaltou que “é fundamental analisar o cenário epidemiológico dos vírus respiratórios, principalmente no período que antecede a sazonalidade. O papel da vigilância das doenças respiratórias e as novas tecnologias disponíveis, como a vacinação de gestantes contra infecções respiratórias causadas pelo Vírus Sincicial Respiratório (VSR) e a aplicação do anticorpo monoclonal niservimabe, destinadas a crianças prematuras, intervenções recentemente implantadas no Sistema Único de Saúde (SUS), irão contribuir para reduzir os impactos da sazonalidade neste ano”.
Síndromes respiratórias
A Síndrome Respiratória Aguda Grave afeta principalmente crianças. Entre os vírus identificados, há predominância dos vírus Influenza A e B e do Vírus Sincicial Respiratório (VSR), ocasionando infecções das vias aéreas que demandam grande procura por serviços de saúde e atendimentos pediátricos, com alto índice de internamento. É importante que, em caso de sintomas, a população procure uma Unidade Básica de Saúde (UBS) e mantenha a vacinação em dia para evitar síndromes gripais.

Informações sobre vacinação e outras medidas de prevenção podem ser encontradas no portal do Ministério da Saúde.
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Fique atento às recomendações e proteja as crianças neste período de sazonalidade.
Com informações de Saúde
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