Brasília – A ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, afirmou nesta sexta-feira (19) que o governo federal extinguiu 44.561 cargos públicos entre 2023 e 2025 por serem considerados “obsoletos”.
Funções criadas nos anos 1970 deixam de existir
Segundo Dweck, postos como datilógrafo, ascensorista, motorista e auxiliar de enfermagem estavam sem concursos há décadas e não se alinham mais às necessidades da administração. “São cargos criados na década de 1970 que já não fazem mais sentido”, explicou à GloboNews.
Reestruturação alcança setor educacional
Além dos cargos já fechados, outros 21.640 postos na área da educação, hoje ocupados, serão extintos gradualmente. A ministra detalhou que esses vínculos serão “transversalizados”, passando de funções específicas para posições de perfil mais amplo à medida que ficarem vagos.
Remanejamento interno abriu vagas na Anvisa
Esther Dweck citou ainda a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) como exemplo de remodelação. Cargos ociosos do setor de saúde foram transformados e realocados, permitindo a abertura de um novo concurso na agência. “Era uma área que tinha muitos cargos a serem transformados”, disse.
Redução do quadro total
A ministra lembrou que, nos últimos anos, as contratações ficaram abaixo das aposentadorias e desligamentos, contribuindo para a redução do número de servidores federais. “Nossa ideia é que essa tendência seja de diminuição”, concluiu.
Mais detalhes sobre o quadro de pessoal da União podem ser consultados no portal oficial do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos.
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Com informações de G1
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