TasteAtlas, EUA – Na atualização 2025/2026 do famoso guia gastronômico, a picanha brasileira saltou para o 15º lugar entre os 100 melhores pratos do mundo, vitória que pode aquecer exportações e impulsionar o turismo gastronômico no país.
- Em resumo: Corte nacional superou 85 pratos e agora divide holofotes com clássicos italianos e mexicanos.
Por que o corte chamou atenção
Crua ou grelhada, a picanha é valorizada pela camada de gordura intacta, atributo que garante suculência. Segundo especialistas do Ministério da Agricultura, a preferência global por carnes premium abriu espaço para cortes brasileiros com alto marmoreio.
Nos Estados Unidos, o mesmo corte atende pelos nomes top sirloin cap ou coulotte steak. A falta de padronização, alerta o TasteAtlas, obriga o consumidor a pedir especificamente que a gordura seja preservada no balcão do açougue.
“Com uma camada generosa de gordura e preparo simples, ela conquistou espaço não só no Brasil, mas também no exterior”, descreve o TasteAtlas.
Efeito dominó para a cadeia da carne
O reconhecimento internacional pode refletir em todo o agronegócio. Analistas projetam aumento de demanda por proteínas especiais, melhor remuneração ao produtor e novos roteiros de churrasco para turistas estrangeiros.
Outros pratos nacionais também brilharam: a costela bovina ficou em 35º lugar, enquanto a moqueca baiana garantiu a 98ª posição. O pódio, entretanto, foi ocupado pela sopa paraguaia vori-vori e pela tradicional Pizza Napoletana.
Para se manterem competitivos, chefs brasileiros já estudam cardápios focados em cortes de procedência e técnicas de fogo de chão, estratégia que pode turbinar eventos gastronômicos regionais.
Crédito da imagem: Divulgação / Henrique Martin
A valorização da picanha reforça a relevância do agro na balança comercial nacional, tema que também repercute em nossos conteúdos de economia.
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