Usuários brasileiros das principais redes sociais transformaram a quinta-feira (21) em uma festa virtual ao saber que o governo dos Estados Unidos retirou a tarifa de 40% que incidia sobre mais de 200 itens de origem nacional.
A decisão, publicada pela Casa Branca, beneficia produtos como carne bovina, café, açaí e cacau. A medida representa um recuo em relação ao “tarifaço” imposto anteriormente a exportações brasileiras e foi resultado de negociações diretas com o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Memes dominam as redes
Logo após o anúncio, plataformas como X (antigo Twitter), Instagram e TikTok foram inundadas por imagens e piadas celebrando o fim do imposto extra. Memes comparando a redução de tarifas a “libertação” de produtos brasileiros se espalharam em poucos minutos, somando milhares de curtidas e compartilhamentos.
Reações oficiais
O presidente Lula afirmou estar “muito feliz” com a decisão norte-americana. O Palácio do Planalto atribuiu a vitória diplomática a “progresso nas negociações” conduzidas desde o início do ano com autoridades de Washington.
Entre os setores mais beneficiados, produtores de carne bovina e exportadores de café comemoraram a perspectiva de aumento imediato na competitividade de seus produtos no mercado norte-americano.
Entenda
- O que aconteceu: EUA removeram tarifa de 40% sobre mais de 200 itens brasileiros.
- Quando: quinta-feira, 21 de novembro de 2025.
- Como: decisão oficial da Casa Branca publicada em sua plataforma eletrônica.
- Por que: resultado de negociações bilaterais com o governo brasileiro.
De acordo com o Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR), o Brasil ocupa atualmente a 14ª posição entre os maiores parceiros comerciais de Washington, movimento que pode ganhar força com a retirada das tarifas.
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O alívio tarifário reforça as expectativas de crescimento das exportações brasileiras e mostra a influência direta de negociações diplomáticas no dia a dia da economia. Continue acompanhando nossas atualizações e saiba primeiro como essas mudanças podem impactar o mercado.
Com informações de G1
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