ESTADOS UNIDOS — O governo norte-americano prepara uma coalizão internacional para garantir a livre passagem de navios no Estreito de Ormuz, ponto chave para o transporte mundial de petróleo e determinante nos custos dos combustíveis que chegam ao Brasil.
- Em resumo: Washington busca apoio militar e diplomático de aliados, enquanto Teerã mantém o estreito fechado e ameaça reagir a novas ofensivas.
Aliança visa retomar rota estratégica do petróleo
Documentos obtidos pela agência Reuters indicam que a proposta criaria um mecanismo conjunto de segurança marítima, deixando de fora países classificados pelos EUA como adversários, entre eles Rússia e China. O plano prevê prorrogar o bloqueio naval iniciado em abril, pressionando o Irã após o conflito que fechou a passagem em fevereiro.
Informações sobre iniciativas de liberdade de navegação no Golfo Pérsico podem ser conferidas no U.S. Department of State.
“O programa nuclear e os mísseis do país são um ‘patrimônio nacional’ e serão defendidos a qualquer custo”, afirmou Mojtaba Khamenei, líder supremo do Irã, em mensagem na TV estatal.
Negociações emperram e clima nas ruas esquenta
Após rejeitar a primeira proposta de paz do presidente Donald Trump, Teerã elabora um novo plano com mediação do Paquistão. Enquanto isso, milhares de iranianos marcharam na capital com bandeiras e cartazes contra EUA e Israel, reforçando apoio interno ao regime.
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Crédito da imagem: Reprodução / Agência Brasil




