A líder da oposição venezuelana María Corina Machado informou nesta terça-feira, 6 de janeiro de 2026, que voltará ao seu país após período fora do território nacional. O anúncio foi feito no mesmo dia em que diferentes grupos políticos acompanham a situação do presidente Nicolás Maduro, sequestrado na última semana durante visita aos Estados Unidos.
Machado não detalhou o local de partida nem a data exata de chegada, mas destacou que pretende “retomar a luta democrática em solo venezuelano”. Segundo ela, a presença no país é “fundamental para dialogar diretamente com a população e com as forças que defendem eleições livres”.
A volta da opositora ocorre em meio a crescente tensão política na Venezuela. Atos de protesto foram registrados na Cinelândia, centro do Rio de Janeiro, contra o sequestro de Maduro, e organismos internacionais acompanham possíveis desdobramentos que possam afetar a estabilidade regional.
O anúncio de María Corina Machado marca um novo capítulo no cenário político venezuelano, que segue sob atenção de lideranças estrangeiras e instituições multilaterais.
Para entender melhor o contexto humanitário no país, o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR) mantém página atualizada sobre a crise venezuelana.
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Com informações de Agência Brasil




